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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

ORACAO DE ENERGIZACAO

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Ritual para atrair dinheiro

Ingredientes:
- 1 folha de papel branca;
- 1 moeda de maior valor;
- 1 lápis;
- 1 caneta de tinta verde;
- 1 envelope.

 

Ritual

1- Coloque a moeda em cima de uma mesa,com o lado "face" virado para cima.
2 - Coloque a folha de papel  sobre a moeda, ficando esta no centro
3 - Com a ajuda de um lápis, reproduza a moeda, raspando com a mina do lápis na moeda.
4 -Vire a moeda e faça o mesmo com o outro lado. (as duas reproduções  devem ficar lado a lado)
5 – Escreva com tinta verde (o verde simboliza a riqueza), à volta das reproduções da moeda, 40 vezes o número 1.000.000 (não altere o numero) seguido do símbolo da moeda reproduzida (€, $, £, etc...).
6 - Concentre-se nas reproduções e nos números durante alguns minutos, visualizando tudo o que fará com as novas riquezas, e diga 5 vezes:
“Ó Deus Todo-Poderoso,
Fazei com que esta moeda, para mim se multiplique,
Indefinidamente e rápidamente!”
7 -Dobre a folha em 8. Meta-a dentro do envelope e enterre-o perto de uma planta viçosa, seja no seu jardim ou mesmo num vaso.
8 -  Separe-se da moeda, ponha-a em circulação ou faça uma doação.
Nota : O ritual começará a produzir efeitos passado um mês. Vá visualizando o que fará com as entradas de dinheiro. Mais depressa entrará se pensar em algo de bom…


Voce sabia,que no antigo Egito o Tarô era consultado por reis e Comandantes de tropas ,antes de iniciarem uma batalha,e por isso seu significado quer dizer,caminho  dos reis??






                                                                     

                                                A origem do Tarô



Apesar das inúmeras pesquisas realizadas através dos séculos a verdadeira origem do tarô permaneceu envolta em mistério, em virtude das várias versões existentes acerca do seu país de origem.
Segundo alguns historiadores, o tarô ficou conhecido na Europa em fins do século 14, mais precisamente entre os anos 1370 e 1380.
De acordo com uma das versões mais plausíveis, o tarô procede do norte da Itália, do vale do rio Taro, afluente do rio Pó, do qual teria se derivado o nome. Talvez seja mera coincidência, mas, na Itália o jogo é conhecido como tarocchi e, além disso, o baralho moderno descende do tarô veneziano ou piemontês, composto por 22 arcanos, semelhante ao francês, conhecido como Tarô de Marselha. Este último, que conta com 78 cartas, incluindo os 22 arcanos, tornou-se um tipo-padrão embora os desenhos, os nomes e a ordem dos arcanos tenham sido várias vezes alterados.
O livro “As Grandes Iniciações Segundo os Arcanos Menores do Tarô”, traduzido para o português por Martha Pecher, diz textualmente que “segundo a Tradição, quando os sacerdotes egípcios, herdeiros da sabedoria atlântica, eram guardiães dos mistérios sagrados, o grande hierofante convocou ao templo todos os sábios sacerdotes do Egito para que, juntos, pudessem achar um meio de preservar da destruição os ensinamentos iniciáticos, permitindo, assim, seu uso às gerações de um futuro distante.
Nessas cartas os sábios egípcios encerram toda a sabedoria que tinham herdado, todos os conhecimentos que possuíam, toda a verdade que lhes era acessível a respeito de Deus, do Universo e do homem”.

Para outra corrente, o tarô chegou à Europa durante o século 14, trazido pelos ciganos que, vindos da Índia, passaram pela Pérsia, onde um baralho ilustrado – conhecido pelo nome de atouts – estava em moda.
Hipóteses à parte, a verdade é que os indícios sobre a existência do tarô só podem ser obtidos através das notícias surgidas ao longo do tempo, as quais estabelecem as datas e os lugares onde ficou conhecido.
Os humanistas (século 16), por exemplo, consideravam que as lendas surgidas na Antiguidade continham verdades sublimes e que o seu cerne fora propositadamente encoberto, pois a sabedoria lá contida destinava-se unicamente aos iniciados; assim sendo, reconciliaram o tarô às antigas tradições. Esse grupo também se interessou pela astrologia e pela magia, e seus membros recomendavam o uso das imagens dos arcanos para a meditação, a fim de atrair as influências planetárias benéficas. o interesse que os humanistas mostravam pela arte de memorizar e pela classificação das idéias fez surgir outra hipótese: a de que os arcanos do tarô apareceram na Renascença.
Os magos e os ocultistas, que acreditavam na sabedoria oculta nas lendas antigas, achavam que o tarô era a chave-mestra para descerrar todos os mistérios. Contudo, o interesse no tarô como sistema mágico só surgiu depois de 1773, quando Anthony Court de Gébelin publicou o penúltimo volume de sua obra “Le Monde Primitif Analysée et Comparé avec le Monde Moderne”. Em 1781, Gébelin conheceu o tarô e, chegou a conclusão de que eram de origem egípcia. Ele achava que a palavra tarô provinha da língua egípcia: tar, significando caminho ou estrada, mais ro, rei ou real, daria Tarô, ou seja, Caminho Real.
 Notando também a coincidência numérica entre os 22 arcanos e as 22 letras do alfabeto hebráico, tentou interpretá-los. A primeira pessoa a fazer uso dessa descoberta foi um cartomante que vendia amuletos mágicos, praticava a quiromancia, interpretava sonhos e fazia horóscopos. Chamava-se Alliette e dizia ser aluno do conde de Saint Germain. Sob o pseudônimo Etteilla (seu nome escrito de trás para frente), Alliette escreveu diversos livros e desenhou baralhos para tirar a sorte, mostrando eventos futuros.
Eliphas Levi, pseudônimo de Alphonse Louis Constant, autor de “Dogma e Ritual de Alta Magia”, interessou-se pelo tarô em 1856 e foi a primeira pessoa a colocar o tarô no esquema da cabala.
Em 1889, um baralho desenhado por Oswald Wisth foi publicado numa edição limitada de cem cópias e seus desenhos foram usados no livro “O Tarô dos Boêmios”, de autoria de Papus, traduzido para o inglês em 1892 e que ainda se encontra à venda.
Jung explicou o fenômeno com sua teoria sobre o inconsciente coletivo – repositório dos arquétipos encontrados nas religiões, na mitologia, na filosofia, na ciência, no simbolismo, nos sonhos, nas visões, nas fantasias e sua teoria teve uma influência marcante nas interpretações modernas do tarô.
Fiquem na luz.


quarta-feira, 14 de setembro de 2016



Aprenda a fazer as simpatias dos 7 anjos para evocar a proteção

Segundo muitas religiões, cada ser humano tem um anjo protetor ou anjo da guarda. Muitos chamam de mentores. Outros de guardiões. Todas as culturas, a milênios, falam de anjos ou seres celestiais com asas.
O anjo vem para ajudar o ser humano em situações difíceis. A simpatia de um anjo deve ter uma força extra, se acreditarmos que vai dar certo. Sete simpatias de anjos devem ter uma força grandiosa. Logo, não custa tentar as Simpatias dos Sete Anjos.
Anjo Samuel
Simpatia para trazer paz e coragem
Em uma noite de Lua Crescente, escreva em uma folha de papel branco uma oração ou salmo que goste, além do seu nome. Coloque em um prato, também branco, o papel, pétalas de cravo vermelho, uma vela branca no meio e um incenso de sua preferência quebrado em pedaços em volta. Acenda a vela para Samuel, reze e peça paz e coragem para sua vida pessoal e profissional. Quando a vela terminar de queimar, jogue tudo em água corrente, menos o prato que pode voltar a ser usado normalmente.
Anjo Azrael
Simpatia para afastar pessoas negativas
Em uma panela, ferva a medida de duas xícaras de água. Em seguida, coloque um pouco de casca de maçã seca, pétalas de rosas brancas e canela em pau na panela. Deixe abafado por alguns minutos, depois coe e coloque numa xícara branca. Acenda um incenso de hortelã e chame por Azrael. Beba o chá em sete goles. Em seguida, ascenda uma vela branca e reze 21 pai-nossos. Quando a vela terminar de queimar, jogue tudo num jardim, inclusive o que tiver restado do chá, menos a xícara e a panela, que podem ser usados normalmente.
Anjo Anael
Simpatia para proteger você do mal
Pegue sete doces de leite e coloque-os no meio de um prato. Em volta deles coloque sete moedas de qualquer valor, e em cima de tudo um pedaço de papel onde deve estar escrito o salmo 90. Ascenda uma vela amarela ao lado, em um pires. Reze sete pai-nossos e sete ave-marias. Chame Anael 13 vezes. Quando a vela terminar de queimar, coloque tudo em um saquinho de papel e enterre num jardim, menos o prato e o pires, que podem ser usados normalmente.
Anjo Miguel
Simpatia para ajudar a vencer no trabalho
Numa noite de Lua Cheia, borde em um lenço vermelho seu nome e o nome de Miguel, sete vezes cada um. Dê três nós no lenço e diga: "Assim creio, assim será, meu arcanjo e fiel amigo, peço que cuide de meus caminhos, porque sozinho posso me machucar". Feito isso, acenda uma vela de sete dias e guarde o lenço embaixo de seu travesseiro. Quando a vela terminar de queimar, jogue tudo em água corrente.
Anjo Saquiel
Simpatia para atrair bons amigos para sua vida
À meia-noite em ponto, ferva pétalas de rosas brancas, pétalas de cravo e nove gotas de essência de flores de laranjeira em três litros de água. Feito isso, espere amornar, coe e jogue tudo em seu corpo, do pescoço para baixo, rezando um pai-nosso. Em seguida, mentalize Saquiel e peça suas bênçãos. No dia seguinte, junte o que foi coado e deixe secar ao sol. Quando tudo estiver bem seco, coloque num saco de pano com uma imagem em papel de um anjo. Guarde em seu guarda-roupa ou numa gaveta.
Anjo Cassiel
Simpatia para proteger você e sua família
Em um dia de Lua Nova, em jejum, pegue um vaso de violeta e coloque dentro uma folha de papel com o Salmo 91 escrito. Chame por sete vezes o nome de Cassiel. Deixe o vaso em seu quarto com uma bíblia aberta no Salmo 91 e uma pedra que se pareça com cristal em cima dela. Passados sete dias, deixe este vaso em uma igreja. Passe a carregar a pedra com você.
Anjo Gabriel
Simpatia para trazer conforto diante de problemas
Num domingo, logo pela manhã, vá a uma missa com uma pedra pequena de ametista na mão direita. Reze para Gabriel mentalmente a cada 15 minutos, durante a missa. Quando chegar em casa, prepare um bolo pequeno e corte-o em sete pedaços iguais. Leia o Salmo 23, chame por Gabriel e acenda sete incensos de sua preferência. Feito isso, coloque a pedra embaixo do prato em que deixou o bolo. Quando os incensos terminarem de queimar, dê o bolo somente para pessoas de sua família e passe a carregar a pedra junto com você. Sopre ao vento as cinzas dos incensos.

terça-feira, 13 de setembro de 2016


                                             ANJOS


  
Os Espíritos tutelares encontram-se em to­das as esferas. Os anjos da sublime vigilância, analisados em sua excelsitude divina, seguem-nos a longa estrada evolutiva. Des­velam-se por nós, dentro das Leis que nos regem, todavia, não podemos esquecer que nos movimen­tamos todos em círculos multidimensionais. A cadeia de ascensão do espírito vai da intimidade do abismo à suprema glória celeste.
Será justo lembrar que estamos plasmando nossa individualidade imperecível no espaço e no tempo, ao preço de continuadas e difíceis experiên­cias. A idéia de um ente divinizado e perfeito, invariavelmente ao nosso lado, ao dispor de nossos caprichos ou ao sabor de nossas dívidas, não con­corda com a Justiça. Que governo terrestre desta­caria um de seus ministros mais sábios e especia­lizados na garantia do bem de todos para colar-se, indefinidamente, ao destino de um só homem, qua­se sempre renitente cultor de complicados enigmas e necessitado, por isso mesmo, das mais severas lições da vida? Porque haveria de obrigar-se um arcanjo a descer da Luz Eterna para seguir, passo a passo, um homem deliberadamente egoísta ou preguiçoso? Tudo exige lógica, bom-senso.

Anjo, segundo a acepção justa do termo, é mensageiro. Ora, há mensageiros de todas as condições e de todas as procedências e, por isso, a antigüidade sempre admitiu a existência de anjos bons e anjos maus.

Anjo de guarda, desde as con­cepções religiosas mais antigas, é uma expressão que define o Espírito celeste que vigia a criatura em nome de Deus ou pessoa que se devota infini­tamente a outra, ajudando-a e defendendo-a.